domingo, 15 de maio de 2011

Como aferir seu Ciclo computador

Este item é um dos mais importantes numa prova de enduro. Sua navegação depende de uma boa aferição em seu equipamento. A unidade de medida também deve ser verificada: alguns modelos vem de fábrica com a marcação em milhas. Converta-a para Km.
A seguir, veja as recomendações retiradas da revista BICI SPORT No 136 por Alexandre Torres Costa.

Há muitos e diferentes modelos de ciclocomputadores disponíveis no mercado, mas como praticamente todos funcionam pelo mesmo princípio, que é o de medir os pulsos correspondentes às voltas da roda e processar informações essas informações para transformá-las em dados legíveis (velocidade, distância, etc.), o importante é "alimentar" este acessório com as informações corretas.


Alguns modelos têm em seu manual uma tabela de referências, que apresenta valores de aferição correspondentes às medidas de rodas tidas como padrão, como 700c (“27”, estrada ) ou 26" ( MTB ), por exemplo. O ideal, porém, é usar a medida real do perímetro da roda de sua bike, por vários motivos. O principal é que essa medida varia de acordo com o modelo, o estado e a calibragem do pneu. Você vai precisar de uma fita métrica ou terna e um giz branco.
Além disso, é bom se familiarizar com o sistema de "setup" do seu modelo. A maioria funciona como um relógio de pulso: basta apertar todos os botões ao mesmo tempo ou então o botão "reset", que fica na parte de trás, e zerar todos os dados.


1. Comece fazendo uma marca de giz no chão, que deve ser o mais liso e regular possível.
2. Em seguida, faça uma marca no pneu, alinhando as duas marcas ( chão e pneu ) com a bike na calibragem que você usa normalmente.
3. Com a ajuda de um amigo, suba na bike e vá para frente devagar, em linha reta, até a roda completar uma volta inteira, ou seja, até o giz do pneu registrar outra marca no chão.
4. Meça a distância entre as duas marcas no chão, em centímetros, registrando até três ou quatro casas decimais ( por exemplo, 2089 mm ou 208,9 cm, que equivalem a 2,089 metros ou aproximadamente a circunferência de um pneu 2.1 de MTB com cravos ).
5. Pronto ! Esse é o valor de referência que deve ser inserido no seu ciclo computador.

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Prof. Fcº Marcondes Gonçalves

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Bike Fit: Ajustando sua bicicleta ao seu corpo

O assunto gera muita discussão, muitas teorias e vários programas de computador que prometem resolver o problema num clic. Para te ajudar a começar a entender esse imbróglio, trazemos uma maneira de abordar o tema baseado na experiência de Peter White, dois programas demos de bike fiting e mais um serviço online para você ajustar sua bicicleta ao seu corpo.
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Antes de usar qualquer programa de computador ou tirar alguma medida do seu corpo, o ciclista tem que ter uma idéia clara de que tipo de pedal quer fazer na vida. Não é saber que tipo de bike quer ter, mas que uso pretende fazer dela. Você pode fazer cicloturismo com uma mountain bike ou com uma bike de estrada. Para cada uso, um bike fit diferente é necessário.
Ajustar a bike consiste em definir a posição do seu corpo junto a ela. Para competir, o corpo fica projetado mais a frete, posição esta que fica insuportável para quem vai fazer cicloturismo. Portanto, definir o que você quer fazer em cima da bike é o primeiro item do bike fit. Definido isso, é trabalhar em três pontos do seu corpo que entram em contato com a bicicleta: suas mãos, sua bunda e os seus pés. Olhando pelo lado da bicicleta, bike fit é definir a posição do selim, o posicionamento do guidão e o tamanho do pé de vela. O produto final é o quadro que vai reunir todas as medidas encontradas depois da definição do seu posicionamento.


Comprimento do Pé de Vela
Pouca gente que faz ciclismo não competitivo se preocupa com o comprimento do pé de vela. Este comprimento define o diâmetro do circulo do pedal. Quanto maior este movimento, maior será a flexão dos joelhos e dos músculos da coxa. O esforço muscular necessário para o movimento estando em pé é bem diferente de quando você esta com a perna flexionada, Basta fazer um teste: estando agachado suba 10 centímetros e perceba seu esforço. Agora estando em pé, desça 10 centímetros e sinta a diferença para os mesmos 10 cm. Portanto, acertar a flexão certa da coxa e joelhos é conseguir tirar o máximo de potência das suas pernas e transferi-la para o movimento da bike. A questão aqui é achar a flexão ideal da perna ou o ângulo do joelho para que a perna trabalhe na sua máxima potência por todo o movimento do pedal.
Segundo Peter Jon White, que tem um brilhante artigo sobre bike fit e que me baseei para fazer este, o ideal era termos um pé de vela regulável para que cada um ajustasse conforme precise. Mas como isso ainda não apareceu no mercado e ficar comprando diferentes tamanhos de pé de vela é mais inviável ainda, ele sugere uma medida que parece controversa, mas segundo ele, serviu bem a seus clientes até hoje. Meça a perna partindo do chão, estando descalço, até o topo do fêmur e usar 18,5% deste valor como o comprimento do pé de vela. Para achar o topo do fêmur, que começa uns 25 cm abaixo da última costela, basta elevar um pouco o joelho e ele se move para trás aparecendo ao lado do quadril, facilitando assim, posicionar a fita métrica.
Esta técnica ignora algumas particularidades de pessoa para pessoa, como coxas mais ou menos longas entre outras coisas. Mas dá um número que te ajuda a comprar o primeiro pé de vela para você testar e sentir se corresponde ao seu corpo.

Inclinação do selim
O selim é o último a ser lembrado na hora de comprar uma bike, mas é o primeiro a ser notado caso ele não esteja justo ao seu traseiro. Depois do primeiro dia pedalando a bike nova, você sente que nem tudo são flores. Para o segundo dia, já vem a grande idéia de inclinar o bico do selim para baixo. A dor embaixo fica um pouco amenizada, isso se você conseguir se manter sentado na bicicleta, mas depois desse segundo dia seus ombros mostram que ficar “empurrado” conta o guidão também tem seu preço.
Não adianta evitar, você tem que conseguir um selim que, posicionado na horizontal, seja confortável. A sua pélvis deve estar apoiada confortavelmente sem que você precise dos braços para suportar o corpo. Para mulheres o selim deve ser um pouco mais largo, pois a pélvis feminina é mais larga que a masculina. A maioria dos selins hoje em dia, tem um furo para aliviar a pressão no osso do púbis, assim você pode manter o selim nivelado. Quanto mais nivelado estiver o selim, mais fácil será achar a posição dos braços.

Altura do selim
Uma vez determinado o comprimento do pé de vela, seja por que método você tenha usado, o selim deve ser posicionado na altura nominal. Não é possível determinar a altura do selim somente pela medida da perna do ciclista. Enquanto alguns pedalam com o pé na horizontal, outros podem pedalar com o calcanhar mais abaixo do pedal. Para iniciantes, ajusta-se o selim para que o quadril fique perpendicular ao canote quando um pé esteja na posição mais baixa do pedal. Em outras palavras, o quadril não pode rebolar enquanto você pedala. Isto resultará na perna com uma pequena flexão dos joelhos quando você esta com eles alinhado ao eixo do pé de vela.
A posição do selim
O posicionamento do selim é um dos principais itens do bike fit, senão o maior. Acertar a distância do selim em relação ao eixo do pedal tem mais a ver com o tipo de pedalada que você pretende fazer. O cano que suporta todo seu peso sai do eixo com um ângulo que no fim definirá a que distância que você ficará dos pedais. Esta distância determina o balanço entre você e a bicicleta e define a confortabilidade e a eficiência das suas pedaladas.
bikefit03_140553442.jpgPara entender melhor o que é o balanceamento no quadro da bicicleta, faça o seguinte. Fique frente a um espelho e vire-se de lado. Observe que ficando ereto seus pés, quadril e mãos ficam quase que alinhados. Agora dobre o tronco para frente um pouco e veja que para você não cair, seu quadril se deslocou um pouco para trás em relação ao eixo inicial dado pelos pés. Isso é o balanço que te mantém equilibrado.
O tronco fica voltado para frente por dois motivos: proporcionar potência nas pernas e aerodinâmica. Com o tronco ereto, você não conseguirá usar os músculos dos glúteos. E estando longe do guidão fica mais difícil puxa-lo para ajudar na tração. Isso sem falar que reto sobre o selim, você fará mais o efeito de uma vela sendo inflada pelo vento. Com isso tudo, quanto mais potência e velocidade você desejar, mais baixo terá que estar seu tronco em direção ao guidão.
Claro que quanto mais horizontal estiver o tronco, mais desconfortável é a pedalada. Por isso que essa posição é usada somente por corredores. Para quem só quer fazer turismo, o tronco apenas inclinado ou na vertical é o preferido.
Para começar a acertar a posição do selim, coloque-o mais a frete possível para que você consiga tirar as mãos do guidão e manter o tronco no lugar sem esforço extra. Você não pode ter a sensação de que vai cair para frente. Se não fizer muita diferença aos músculos das suas costas essa posição, você estará suportando o peso do seu corpo no selim, sem usar os braços. Se o uso dos braços não for dispensável, é sinal de que os seus ombros vão reclamar depois de uma longa pedalada. Essa é a posição inicial para o ajuste do selim, lembre-se de que o bike fit como um todo é um jogo de objetivos. Você poderá assumir esforços extras para melhorar o rendimento ou, por outro lado, ajustar a bike para um super-conforto para uma volta ao mundo.
Basicamente para um super-rendimento é melhor estar avançado na bike e para conforto é melhor estar mais para trás. Veja os corredores ao subir uma montanha, estando em pé ou sentado na bike, os corpos estão todos projetados para frente. Por outro lado, cicloturistas de volta ao mundo, estão preferindo bicicletas reclinadas, onde todo o corpo fica atrás do pé de vela. Esses são exemplos extremos. Para quem quer viajar e pegar trilhas, um meio termo é o foco. Mas mesmo nesse meio termo, um ajuste de um a três centímetros na posição do selim pode afetar bem sua relação conforto/rendimento. E esses ajuste você consegue observando o ângulo do cano do canote que vai levar o selim para trás e no tipo de canote que pode ser do tipo L invertido que ajuda a posicionar o selim fora do centro do cano colocando-o mais para trás.
Fazendo um parêntese, para entender melhor essa relação de esforço versus rendimento, veja o filme O Escocês Voador, onde Graham Obree tentou uma nova posição sobre a bike para melhorar o rendimento.

O joelho não teria que estar alinhado com o eixo do pé de vela?
Esse é uma diretriz colocada por vários sistemas de bike bit. No entanto há opiniões de que não dá para colocar no mesmo saco dois ciclistas que tem a mesma altura, mas um tem o fêmur uma polegada mais longo que o outro. Neste caso a posição do selim vai ser diferente de um para outro e provavelmente um deles não vai conseguir rodar o joelho no mesmo eixo do movimento central. O que importa é o balanço geral de pesos. Em outro artigo sobre posicionamento do selim, publicado no OP, abordamos mais a fundo esta questão do posicionamento.

Posição do guidão

Assim como o selim, o guidão segue praticamente os mesmos princípios, quanto mais à frente, mais potência você conseguirá extrair das suas pernas. E quanto mais baixo, mais aerodinâmico fica o conjunto. No sentido oposto, quanto mais perto do seu corpo mais você poderá apreciar a paisagem.
De maneira geral, corredores posicionam o guidão duas a três polegadas abaixo da altura do selim, turistas deixam no mesmo nível e mountain bikers o colocam duas polegadas abaixo. Em todos os casos, o ajuste certo do guidão deverá vir depois de vários testes. O melhor a fazer é usar em diferentes posições para achar a mais correta, mesmo que isso leve tempo.

Metodologia e programas de computador    

Até agora não falamos quase em medidas de corpo. Acontece que é muito fácil medir o tamanho das pernas e colocar os dados num programa de computador e obter o tamanho do quadro. No entanto, os números que saem dos cálculos devem ser interpretados de maneira correta. É como mapa astral, hoje na internet é muito fácil ter seu mapa pronto, mas para ter a exata dimensão do seu perfil uma astróloga ainda deve ser consultada.
Com o bike fit acontece a mesma coisa, depois de ter suas medidas, algumas lojas têm um kit onde sua bike ideal é reproduzida e você faz uma prova para que ajustes finais sejam feitos. Só então seu quadro é produzido. Para quem não pretende gastar tanto com um ajuste tão fino e quer somente comprar o quadro certo, essas dicas devem ajudar numa busca mais refinada.
Um exemplo, no site que damos abaixo, você coloca suas medidas e, em segundos, você tem sua ficha. Mas fique atento que se você faz turismo usando uma mountain bike terá que usar as medidas de touring e não de montain. Sempre olhe para o uso que pretende dar a bicicleta e não o modelo que pretende usar.
bikefit06_345165841.jpgEm todos os casos, essas dicas são para você começar sua busca e não para finalizar suas decisões. Encare a bicicleta como uma roupa, algumas podem vir no tamanho certo, outras precisam de ajustes e mesmo as de marcas famosas podem não cair bem em você.
Programas
 Abaixo você pode fazer o download de dois programas demo. O Softvelo é um programa italiano e um dos mais completos que consegui achar. Além de medidas, ele te ajuda a acompanhar os treinos e revisões periódicas do atleta. É um programa para quem quer levar a sério o treino em ciclismo. Já o Accufit para na concepção do desenho da bicicleta. Agora para quem quer apenas uma referência, o link abaixo leva a um serviço online onde você coloca três medidas e tem o set de medidas do quaro indicado para cada uso. Lembrem-se, esses dados são sugestões. Para um bike fiting realmente refinado, você deve contar com ajuda profissional. Veja o exemplo de Lance Armstrong que faz um bike fit anual e, ainda, dentro de um túnel de vento para ter o melhor ajuste possível.

Materia: OndePedalar.com

Postado por: Prof. Fcº Marcondes Gonçalves

sexta-feira, 22 de abril de 2011

APEF - ASSOCIAÇÃO OS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA - CAJAZEIRAS



A APEF Cajazeiras recebeu no dia 13/04/2011 o presidente do CREF na Câmara Municipal juntamente com professores e convidados  para Posse da 1º diretoria e Mesa Redonda. 

Duas palestras foram proferidas:

Responsabilidade e Técnicas nas Academias

Responsabilidade Legal do Profissional de Educação física.

DIRETORIA:

Presidente: REUDISMAN LOPES FERREIRA

Vice Presidente
AFRÂNIO RAMALHO FEITOSA DOS SANTOS

Tesoureiro
BRUNO ALBUQUERQUE GONDIM e IVANILDO DUNGA

Secretário: 
FCO. CARLOS FERREIRA
MARIA DAMARES ALBUQUERQUE DO NASCIMENTO

Conselho fiscal: 
DARLAN LOPES FERREIRA
ANTONIO FIGUEIREDO ROLIM
FCO. CARLOS CARTAXO

Membros Suplentes: 
MARCOS PERREIRA DE ALMEIDA 
RAONY MANGUEIRA LIMA LOPES
NILSON LOPES MEIRELES FILHO

FOTOS DA POSSE DA DIRETORIA:









sábado, 9 de abril de 2011

Proteja sua pele Evite o câncer de pele


CICLISMO E SAÚDE

Andar de bicicleta por prazer e lazer, para se sentir bem, gozando a companhia dos amigos, tem um bom argumento: melhoria da saúde física e mental. A prática do ciclismo tem enormes benefícios para a saúde. 
Aqueles que andam de bicicleta com regularidade procuram-nos menos nas consultas. Muitos daqueles que apresentam mal estar, como dores lombares, sobrecarga ponderal ou risco de doenças cardiovasculares, bem podem investir na sua saúde usando a bicicleta.

Mesmo que se comece numa idade mais avançada efetuando o exercício regularmente, os resultados vão sempre visíveis ao fim de poucas semanas. Mais cuidados são sempre bem vindos, principalmente quem mora na região nordeste, pois a incidência do sol é praticamente nos doze meses do ano e o câncer de pele hoje é uma das nossas preocupações mais pertinentes. Exageros devem ser evitados quando nos expomos ao sol. Muito cuidado e atenção redobrada na proteção da pele e horário das pedaladas.  


Exame de pele

O câncer de pele é o tipo de câncer mais freqüente no Brasil e no mundo.
Começa a se desenvolver a partir da infância e da adolescência, por ação da radiação ultravioleta dos raios solares.
São conhecidas três formas de câncer da pele. Os mais comuns são o Carcinoma Basocelular e o Espinocelular, correspondendo a 90% dos casos.

Carcinoma Basocelular











Carcinoma Espinocelular



Os carcinomas se apresentam como feridas que sangram e formam cascas que descamam e demoram a cicatrizar. Geralmente se localizam em áreas expostas ao sol como rosto e dorso das mãos.
O Melanoma Maligno é a terceira e a mais agressiva das formas, pode disseminar-se pelo corpo. Caracteriza-se geralmente pela cor negra intensa, como mudança de cor de uma pinta ou sinal, mesmo que de nascença.




Melanoma Maligno

Ás vezes pode se apresentar com algumas áreas avermelhadas ou azuladas que não se elevam muito sobre a pele, a não ser quando começam a crescer.
Quando detectados precocemente e tratados adequadamente, curam-se praticamente 100% de todos os casos.










Quem corre mais risco?

Ninguém está livre da possibilidade de desenvolver câncer da pele ou outros problemas de saúde, decorrentes da exposição errada aos raios ultravioleta, mas os fatores abaixo relacionados aumentam os riscos.
Pessoas de pele e olhos claros;
Trabalhadores ao ar livre (lavradores, ambulantes, pescadores, marinheiros, etc);
Desportistas (ciclistas, nadadores, surfistas, montanhistas, corredores, etc);
História familiar de câncer da pele;
História pessoal de câncer da pele;
Exposição crônica ao sol;
História de queimaduras solares severas na infância e adolescência;
Certos tipos de sinais e grande número de sinais;
Sardas são indicadores de sensibilidade e de dano solar.

Informações importantes para evitar o câncer de pele:

Os raios ultra-violeta do sol ou de lâmpadas de bronzeamento artificial provocam a alteração da pele, que causa câncer de pele;
Os raios ultra-violeta são mais intensos das 10 às 16 horas, principalmente em praias e montanhas;
Os dias nublados também apresentam grande quantidade de raios ultra-violeta. O guarda sol evita apenas uma parte deles (40%);
Como a exposição solar tem efeito cumulativo, o câncer de pele pode surgir depois de vários anos de exposição ao sol;
Existe uma relação direta entre a diminuição da camada de ozônio e o aumento do número de casos de câncer de pele;
O excesso de sol não só pode provocar queimaduras e câncer na pele, como também, insolação, desidratação e envelhecimento precoce;
O frio e o vento também contribuem para a doença, assim como os agrotóxicos e outros produtos químicos;
Cicatrizes grandes e antigas, como queimaduras predispõem à doença.

Como fazer o auto-exame de pele?

Primeiro procure um local bem iluminado e, de frente ao espelho, inspecione completamente todas as partes do seu corpo, desde a cabeça até os pés, sem deixar de observar bem o rosto, braços, antebraços, mãos, tórax, abdômen, região genital, coxas, pernas e pés.
Com um espelho de mão, explore as costas e laterais do corpo, desde o pescoço até o final das pernas, sem esquecer a parte interna das coxas e a planta dos pés.
Por último, examine o couro cabeludo.
O que procurar?
Procure por pintas, verrugas (que podem ser ou não de nascença), nódoas e crostas.
Fique alerta às modificações de espessura, superfície, cor, tamanho, coceira ou sangramento.
Dê especial atenção às pintas e verrugas negras.
Depois dos primeiros auto-exames da pele será possível ficar mais familiarizado com a aparência e a superfície normal dela.
Qualquer mancha que cause muita coceira ou que esteja descamando ou sangrando, ou feridas que não cicatrizam há mais de quatro semanas devem servir como um alerta para ir ao médico.
Sinais de Alerta!
• Lesão da pele que aumenta de tamanho ou que tem aspecto de uma pérola, translúcida (semitransparente), marrom, vermelha, rósea ou multicolorida.
• Sinal que mostra mudanças na coloração e /ou na textura, que se torna de bordas de formato irregulares, aumenta de tamanho, ou é maior que a ponta que não escreve do lápis.
• Mancha ou sinal que persiste com sensações de coceira, sangramento, "uma ferida que não cura", ou que cura e novamente abre, por mais de 3 semanas.
• Uma área da pele que, ao ser tocada, dá a sensação de lixa, áspera.
• A pele ao redor do sinal torna-se vermelha, ou se torna inchada.
• Sinal que apareça, após a idade dos vinte e um anos.

A B C D da pele

A - ASSIMETRIA
Se traçar uma reta no meio do sinal, ou pinta benigna, as metades serão praticamente iguais, na maligna, não.
B - BORDA
Lesões benignas apresentam formato regular, bem definidas. Os malignos, ao contrário, são irregulares, com reentrancias e entalhes.
C - COR
As lesões benignas normalmente apresentam uma coloração marrom uniforme. As malignas mostram variadas tonalidades de marrom ou preto e, as vezes, tons avermelhados, brancos e azuis.
D - DIÂMETRO
Uma lesão maligna normalmente é maior que a ponta não-escrevente de um lápis.

Observadas quaisquer dessas alterações
procure seu médico imediatamente!!!!!
Previna-se contra o câncer de pele!!!!
• Limite o tempo de exposição ao sol. Evite o horário entre 10 e 16 horas.
• Procure a sombra.
• Use chapéu e roupas adequadas.
• Use filtro solar com fatores de proteção 15 ou maior, regularmente. Quando exposto diretamente, reaplique a cada 2 horas.
• Use óculos de sol, com proteção 100% contra ultravioleta.
• Evite bronzeamento artificial.
• Mantenha crianças fora do sol. Filtros solares podem ser usados em crianças a partir dos 6 meses.
• Crie nos seus filhos práticas saudáveis de proteção solar.

Fonte: orientacoesmedicas.com.br

Materia: Professor Marcondes

sexta-feira, 18 de março de 2011

CAJAZEIRAS REALIZARÁ SEU I EVENTO DE MUONTAINBIKE NO DIA 21 DE AGOSTO

CAJAZEIRAS REALIZARÁ SEU I EVENTO DE MUONTAINBIKE NO DIA 21 DE AGOSTO NA SERRA DO VITAL

PERCURSO: CAJAZEIRAS/BALNEARIO DA BARRA/SERRA DO VITAL

 E O LOCAL ESCOLHIDO PARA O EVENTO É ESTE 
UMA BELEZA, NÃO? 
VISÃO NOTURNA PREVILEGIADA PODENDO-SE OBSERVAR MAIS DE 15 CIDADES NO PERIODO DA NOITE

Não tenha pressa de ir embora.” É assim que você é recebido nas Alturas, restaurante de comida regional localizado na Serra do Vital, bem na divisa dos municípios de Cajazeiras e São José de Piranhas. O dono do local é o agricultor João Simão, filho de Janoca da Terra Molhada, e que já foi presidente da União Municipal das Associações Comunitárias de Cajazeiras (UMACC). Lá na Serra do Vital, ele mora com a família e toca o restaurante que é um sucesso em toda a região, ao lado da mulher, filha, sobrinhas, primos. Produz tudo no local, à exceção do peixe, que vem de Boqueirão de Piranhas, e da bebida, é claro.
No cardápio, o melhor da comida regional: galinha caipira com pirão, rubacão, macaxeira, jerimum, cuscuz, bola coberta, peixe frito ou cozido, pirão de peixe, carne de sol, carne de porco, mungunzá, fava, espetinhos de petisco... Comida farta e com preço justo.

O espaço é um convite ao prazer e ao relaxamento. À sombra de um frondoso fícus, o visitante esquece o tempo e se deleita com o melhor da culinária sertaneja. A 750 metros de altitude, contempla as belíssimas paisagens do entorno sob a sombra de cajazeiras, cajueiros e mangueiras, além de árvores nativas. Cerca de quinze cidades são avistadas, além do majestoso Açude de Boqueirão de Piranhas.
Outros atrativos já estão sendo implantados por João Simão na Serra do Vital. Vários chalés serão construídos nas cercanias, com capacidade para acomodar até 8 pessoas cada um. O primeiro já está em pleno funcionamento. Trilhas para caminhadas também fazem parte dos planos de João Simão, que quer mostrar suas colméias aos interessados, já que também é apicultor. Ele também comercializa cajus e cria gado. É o turismo rural e ecológico tornando-se realidade no Sertão de Cajazeiras. O toque de modernidade fica por conta do abastecimento com água de qualidade e da energia elétrica. Em breve o ambiente será wi-fi, com acesso de internet aos visitantes.
 Nos meses de junho a agosto, a Serra do Vital registra temperaturas mínimas de 13º C na madrugada. Durante o dia, uma brisa agradabilíssima quase deixa você esquecer que está em pleno sertão nordestino. Mas Cajazeiras bela e quente está o tempo todo à sua frente lembrando disso.
O restaurante Nas Alturas funciona aos sábados e domingos, onde tem a sua maior freqüência. O acesso dá-se pela PB-400 até a altura do Km 19, onde pega-se uma estrada de terra com trechos de calçamento nas subidas mais íngremes.

Telefones para contato: (83) 9134-5617 e 9308-0688.

Reportagem BLOG:
http://coisasdecajazeiras.blogspot.com/2010/10/nas-alturas-da-serra-do-vital.html

quarta-feira, 9 de março de 2011

Dicas de Suporte para Câmara Fimadora

Dica de Suporte para Câmara/Filmadora

Para vocês que adoram registrar suas viagens com fotos e filmes. 

Reúna a turma para ver esse material é um lazer sem igual para quem aprecia novidades da gambiarra!
Como fazer um suporte para a máquina digital ou filmadora na bike. As instruções estão  recheadas com fotos ilustrando o processo.

Opção 1 - Modelo mais forte e regulável


Opção 2 - Modelo para quem se amarra numa gambiarra


É isso ai! Boas trilhas, boas fotos!!

A atividade que realmente me fascina é o ciclismo o montanbike. Embora não descartando a  minha participação em outras experiências. E foi navegando no tema que mais gosto na semana que passou  e veja a pérola que encontrei, eu disse a mim mesmo, eu quero fazer um suporte de câmara  para minha bicicleta como um destes para que eu possa filmar nossas aventuras. Tenho certeza que vai ser divertido, divertido! 

Então, decidi que irei montar uma peça desta para a minha bike e com certeza valerá até pela experiência pra mim inusitada. Sei que fazer uma montagem realmente não será tão difícil  consumirá algumas horas e até dias. E sei também que tenho outras tarefas para realizar em minha rotina diária e encontrar tempo para sentar na tentativa de realizar esta tarefa é a parte mais difícil.
Eu passei algum tempo e cheguei a conclusão que a maneira mais  lógica de executar a engenhoca e que precisa ser resistente o suficiente para suportar uma filmadora MiniDV de pequeno porte é seguir  as fotos disponibilizadas e a partir daí colocar em pratica o projeto.

As foto servirão como base para meu projeto:


Alternativa Peças

Anilhas (ver imagem abaixo) pesquisar em loja de ferragem. Acredito eu que este tipo de anilhas ou arruelas não seja tão dificil de ser encontrada e sé adaptará perfeitamente ao projeto.














Ainda terei que pesquisar as ferramentas que vou precisar. Mas acredito que precisarei de uma furadeira logo de cara.


Na montagem irei precisar de pelo menos quatro peças: um parafuso, um clipe de plástico como o acima mostrado, um guidão para montagem do experimento e borracha antiderrapante. Com uma peça como esta como base teremos que retirar o parafuso pois não vamos necessitar dele. Para não joga-lo no lixo aconselho que guarde para projetos futuros.
Pela matéria pesquisada o parafuso de tripé da câmara dependerá da câmara que você vai utilizar  odendo ser necessário ou não que você aumente o furo do parafuso.  Isso pode ser feito facilmente com uma furadeira eléctrica e, progressivamente, a partir de uma broca de perfuração adequada ao modelo de maquina que você ira usar. 

Não brinque com fogo

Na matéria pesquisada a primeira experiência apresentada foi a tentativa de remover a porca de metal do plástico para poder montar a engenhoca. Em vez de perfuração para fora, foi tentado um aquecimento a porca de metal que derreteu a borracha, ao empurrá-la (veja imagem abaixo). Não funcionou. 
 Em seguida, foi tentado de uma outra forma como mostrado na figura abaixo. Use um pouco de cola  ou solda para colar borboleta de forma permanente sobre o parafuso. Isso permitirá que você aperte o parafuso com a mão sem uma chave de fenda. Mais você ainda pode usar uma chave de fenda para apertar-lo se desejar.
Tome duas porcas de asa ou borboleta, duas arruelas uma cola que que sejam resistentes ( acredito que as peças possam serem soldadas as arruelas )para fazer o resto dos fixadores. Forre o fundo de cada lado da porca de asa com cola ou solde e coloque cada porca de asa sobre o orifício central de cada anilha (veja fotos abaixo). Um desses será utilizado para apertar o suporte para bicicleta. O outro será usado como a cabeça do tripé. As anilhas têm maior área de superfície, por isso vai ajudar com a distribuição do peso da câmera.
 
Após isto será feito a montagem (veja imagem abaixo). Se ele não passar facilmente, use uma broca para aumentar o buraco. O buraco deve ser grande o suficiente para o parafuso entrar facilmente, mas

não tão folgado que o parafuso fique jogando.
A porca borboleta e arruela pressionará o pegador ou clip para complementar como mostrado na figura abaixo. 
Veja que a porca de asa e arruela foi apertado em sentido inverso. Então vamos ao teste encaixe o parafuso no tripé de sua câmera/filmadora.

Complementando o projeto GAMBIARRA outra porca de asa e arruela servirá como base quando você acoplar rosqueando a maquina ao parafuso no termino do curso a outra porca de asa e aruela  tembém sera rosqueada até encostar na maquina/filmadora e servirá como base para sua sustentação.


Anexando à bicicleta

Para fixar o suporte para sua bicicleta, desapertar a porca de asa fixa e arruela do parafuso. Retire o parafuso do suporte. Envolva o plástico em torno da montagem guidão de sua bicicleta, ou qualquer outra seção tubular. Introduza o parafuso através do plástico monte fixando o suporte a bike firmemente com uma das porca borboleta e arruela. 
Aperte a câmera sobre o gidão com a porca borboleta e arruela em conjunto. Agora você está pronto para tirar fotos e fazer vídeos. A coisa agradável sobre esta montagem é o pequeno custo.


Dicas

É difícil tirar fotos de uma bicicleta em movimento, especialmente se você montar a câmara num local que não o guiador. Mas você pode facilitar a sua vida por meio da fiação de um disparador remoto para a câmera e coloque o controle remoto para fechar a sua mão no guiador. Veja outros artigos sobre este site para acionar controle remoto isto tornará um pouco mais fácil de gravar vídeos em sua bicicleta. Basta pressionar o botão de gravação e aproveite o passeio e deixe o gravador de câmara fazer o trabalho. Deixa pra ver a gravação quando você chegar ao seu destino. Você verá que sua viagem será mais agradável quando você não está preocupado com o que a câmera de vídeo está vendo. Além disso, você vai reduzir ainda mais suas chances de entrar em um acidente de bicicleta.
A bicicleta vibra muito. Certifique-se de apertar a montagem, tanto quanto possível para impedir o movimento de vibração.

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Veja aí outra solução muito simples, usando uma braçadeira e uma forma de corte como a abaixo de uma garrafa de plástico:

 Você só precisa agora cortar tampa de garrafa fazer dois cortes para inserir a braçadeira abaixo do topo do frasco:
 Acredito que esta outra parte de cor banco leitoso seja a tampa de uma garrafa de detergente liquido.

E agora é só ligar ao tubo. Uma boa ideia é adicionar uma arruela de plástico e algumas peças de proteção de borracha no tubo para evitar riscos e minimizar a vibração pertando bem pois a vibração pode causar problemas então use sua criatividade.



O mesmo método poderia ser usado para conectar a câmera a um capacete:

Matéria editada pelo: Prof. De Educação Física Francisco Marcondes Gonçalves
Fonte site: http://www.papatrilhas.com.br/2007/08/dica-de-suporte-para-cmerafilmadora.html

domingo, 23 de janeiro de 2011


Aos amigos Kekrosberg (Keke) e Lidyane (Lide)


Amigos vêm e se vão, mas saibam que os bons, ficam em nossos corações como tatuagem, marcas eternas. Um dia vamos todos nos encontrarmos (de preferência num pedal) e espero que até que isso aconteça vocês caminhem sempre do nosso lado mesmo que distante, e como diz o poeta: do lado esquerdo do peito de preferência. Nos do VidAtiva desejamos toda a felicidade e sucesso em suas novas empreitadas.
Obrigado por fazerem parte de um pedaço das nossas vidas.

Dedicatória aos amigos

"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das
descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e
momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos
finais de semana, dos finais de ano, enfim... do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses...anos... até este contacto se tornar
cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo....
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos...que eram nossos amigos e...... isso vai doer tanto!
"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente......
Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último
adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida,
isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo.....
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes
tempestades....
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os
meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"

Autor: Fernando Pessoa

Prof, Francisco Marcondes Gonçalves